
Eu? Bem... tenho que confessar que já estive nesse mesmo caminho, fastfood amoroso, sempre desconfiada de todos, sempre achando que devia ser mais racional e menos emocional, com medo de levar as coisas a sério, medo dos outros saberem dos meus sentimentos, medo de acreditar nos sentimentos dos moçoilos que me relaciono, medo de sofrer, medo de admitir que também sou mulherzinha as vezes e que não gosto de ficar só, mais medo ainda de parecer uma louca a procura de alguém pra chamar de meu namorado, até porque confessando na real, eu não tava muito afim disso não, mas tem coisas nessa vida que a gente não controla. Aí um dia eu me tranquilizei, perdi o medo e deu no que deu. Casei.
É muito bacana quando você se pega pensando sem parar na mesma pessoa. Não, não naquela vaca que você quer matar, não questionando se o cara tá afim de sexo e só, e sim pensando com amor. Ter os pensamentos mais bonitos que já teve em relação a alguém, sentimento puro, incondicional, carinho enorme, vontade de cuidar, de fazer feliz, de dar toda a atenção e carinho do mundo.
Verdade que sempre fui meio ogra pra sentimentos, nunca me dispus a amar alguém como nos filmes, como nas histórias e como até meus pais se amam. Sempre tive carinho egoista pelas pessoas, gostava mas queria que elas fizessem o que eu queria, como eu queria e não me importava se estavam felizes ou não, muitas vezes até dizia quando redclamavam "não tá satisfeito sai fora!". E não me comovia se fossem mesmo ou não. Mas, dessa vez eu não quero que vá embora nunca, dessa vez eu quero ser feliz também mas principalmente fazer o outro feliz. Sabe que no meio dessa minha personalidade turrona e insensivel, alguém me fez pensar que vale a pena dar o braço a torcer as vezes, abdicar de algumas coisas, que cada escolha é sim uma renuncia. E sim, dessa vez eu quis fazer dar certo, quis fazer valer a pena... quis finalmente o meu "que seja eterno enquanto dure"... porque dessa vez eu tô certa que é amor. Não to muito me importando mais com minhas futilidades, pré-requisitos e blá blá blás que eu sempre usei pra afujentar quem gostava de mim, porque dessa vez eu quis ser amada de verdade, e se eu não for, paciência.... sou grandinha já... o que vai mais me deixar feliz é saber que pelo menos uma vez nessa minha tão bobinha vida eu amei.... Claro, não to afim de conjugar o verbo amar no passado tão cedo...Uiaaa... momento "in love" como diria o Jow ... kkkkk
Bjooooosss p meninada....
Danielle Lima ;)
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